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Reflexões!!!

Você esta preparada (o) para ser submissa (o) ? você é forte o bastante para se oferecer por inteiro? Esta preparada (o) para ...

domingo, 29 de setembro de 2019

Contradições de mim






Vivo na fronteira das minhas contradições.

O tempo passa, então descobertas emergem dentro de mim.


O mistério do meu ser se torna contraditório...

Minha alma perdida e cativa, chora e sorri, espalha e junta, odeia e ama, fica e vai embora, esconde-se em outros lugares e volta...



Vivo nas fronteiras das minhas contradições que contemplam sentimentos confusos e ressentimentos curtos.
Lanço-me de encontro as indefinições.

Não caminho no trilho das regras, o que sinto é no mínimo intrigante, um paradoxo desconcertante.



Respirando lentamente ou ofegante. Assim conto 1,2,3...
Seja correndo ou andando, fugindo ou ficando, retrocedendo ou seguindo, vivencio minha dualidade, o Domínio e a submissão.

Sinto prazer na dor e dor no prazer. O peso ou a leveza. Poder ou fragilidade. Pudor ou depravação. Meus medos e minha coragem estão ligadas a isso.


Já eu estou ligada às minhas contradições.

Viver, morrer e renascer. Sou um quebra-cabeças de mim mesma.

...





sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Cadelas Insanas





Precisamos viver no limite da sanidade, das angustias, do prazer, da dor, do gozo, dos extremos.
Pertencemos aos prazeres terrenos que tocam gentilmente e agressivamente o sobrenatural, assim trilhamos um caminho sem pudor e pecaminoso.
Respiramos e sentimos a vida (ir)racionalmente, pois, desejamos tudo instantaneamente... "Carpe Diem"!!!
O sangue corre quente nas veias, nas quais somos tragadas por sensações únicas e paradoxais. Estamos sempre no liame das inconstâncias, querendo/buscando por mais êxtase.
Permanecemos presas num ciclo vicioso das loucas escolhas, que nos fazem livres e prisioneiras entre as coerências e os devanios.
Não somos apenas reflexo dum espelho trincado, mas, um esboço de fantasias belas e feias. Que sobrevivem de emoções intensas, desmetidas e delirantes. Temos fome do caos que faz morada dentro de nós. Ah! Necessitamos ser desconcertadas, desnudas de convenções e pudores.
Entre prerrogativas somos putas e cadelas insanas.

mel e primittiva.


E/estamos  no meio BDSM para ser abusadas, não somos bonequinhas de louça..essas são N/nossas escolhas...

Sempre dELE .

terça-feira, 30 de julho de 2019

Imensa Escuridão Brilhante




Lembra da primeira vez que abusou do meu corpo frágil e exposto? Aquele dia mudou minha vida. Não imaginava que uma manhã ensolarada modificaria meus passos e pensamentos. Assim, confidencio que dias se transformaram em meses, já os meses se tornaram anos. Então de modo gradativo meu pequeno corpo e mente se transformaram em ferramentas para seu abuso. Logo, tornando-se centro do insensato mundo que vivo. Ah! O algoz criou uma garota de olhar tímido e atento, no qual muitas vezes fita um mundo molhado por lágrimas provocadas pelos teus devaneios. Um dia qualquer, acordei-me não sabia onde iniciava ou terminava o imenso sentimento que tinha por Ele. Aos poucos percebi que respirava a essência daquELE homem pertubador. Estava perdida naquela imensa e brilhante escuridão. Pois, se tornou minha razão de sentir o mundo. E de modo irracional queria permanecer ao lado dele, pois, não reconhecia outro local para descansar ou viver. O algoz fez morada na minha mente. Esse se tornou parte minha, parte minha pertencia a Ele. Já não reconheço outro modo de viver.




(lillith-mel)

domingo, 21 de julho de 2019

Coleira




ela é fruto dos pensamentos devassos dele, mesmo presa na coleira, ela carrega nas veias a puta que desperta os olhares de outros machos , o cheiro da cadela vadia se espalha no ar.

O  tesão escorre entre as perna dessa puta, ela abre as coxas na ventania do vestido, ela se fez assim. Os pelos macios do corpo dessa fêmea, a pele clara, o sexo lubrificado, ser vadia é o que ela é, as pernas que cruzam e descruzam em uma dança erótica aos olhos alheios.

Não há discursos prontos que saem da boca dessa fêmea para demonstrar o quanto  ela é vadia e se arrasta, entre as rédeas e puxões da coleira apertada no pescoço. Ela só quer vadiar, excitar, atentar os machos.

Os gestos dessa fêmea  é sem medidas e trafega  entre os mundos, desprendida, desatada, junto com a coleira, ela é vadia e nada nela é previsível, ela pertence, o corpo dela pertence, mas ela é um turbilhão de desejos.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Crapioca de Chocolate




Crapioca  de chocolate.



1 ovo

2 colheres de cacau em pó, 70%

2 colheres de leite

1 colher de massa de tapioca

1/2 colher de canela

1/2 colher de chá de fermento para bolo

1 colher  de adoçante de sua preferencia


bata tudo com o garfo, até formar uma massa homogenia

 em uma frigideira anti aderente coloque a massa e só depois acenda o fogo, tampe a frigideira por um minuto ou dois minutos, em fogo baixo. retire a tamba. vire e sirva quente com mel.

Sirvo para o senhor.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Ela





O que uma dona de casa vê além dos muros que a tornam muitas vezes invisível aos olhos apressados daqueles que trafegam fora deste lar, que  corrói e destrói possibilidades de uma vida,  para aqueles que produzem e dignificam o seu dia.... enquanto isso eu como dona de casa percebo que os meus... Desejos de me tornar mais que apenas uma dona de casa, mas que alguém invisível, um ser humano que pensa e deseja, que encontra desafios todos os dias, uma simples dona de casa que gosta de cuidar de sua família, mas tem ciência que hoje quem detém o poder neste país com ética está cada vez mais escasso.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Lembranças





Quando cheguei perto dELE, logo percebi, Teu corpo ferver e dos Teus olhos saiam faíscas, meu coração palpitou intensamente. Podia sentir a sintonia no ar em N/nosso mundo. Posso fechar os olhos agora e ainda sentir todas as sensações daquele dia. Meus seios latejavam e Ele podia me livrar da dor, mas queria me assistir sofrer um pouco mais, me sufocava na escuridão, me embriagava com cheiro da fita misturada com som aflito dela que abraçar meu corpo quase por inteiro, me tornei  prisioneira dos meus pecados mundanos, do Teu jeito insano. 




Dentro da minha  boca um pano babado, molhado com meu desespero. A  amordaça, a venda, a fita, eram as únicas companheira que fustigavam meu corpo, enquanto Ele só observava minha aflição e gostava.  E em um dado momento, o meu coração parecia que ia parar, levantei em desespero e então ele para parou e eu morri, e cada pedaço do meu corpo preso, se desintegrou, minha vida se tornou fragmentos de uma historia.


Foi ali que eu morri, debaixo do Teu olhar sádico e frio, eu senti a morte. As lagrimas não puderam ser contidas, porque morri, morri sufocada, sem ar, sem compaixão, caída no chão aos seus pés e quando morri, renasci, renasci para servir, e em uma centelha no espaço e no tempo, todas as dores, todos as sensações se tornaram únicas dentro de mim.



O cheiro da minha carne que se tornou Tua. os suores, os líquidos maliciosos e inebriantes.  O vicio perene.  Mau conseguia conter meu rio, ele corria por entre minhas pernas, e tudo pulsava em mim e eu morri, para renascer sua, e cada olhar, cada beijo, cada dor que sentia, eram Teus e as palavras ditas e não ditas, fazia com que eu quisesse mais e mais do pior de ti, do pior de tudo e o sofrimento que tomava conta de mim. 

A dor e um prazer imensurável daquele instante vil, tudo era entrega e sensações.  Morri e renasci e no meu pescoço Tua alma, minha alma, suspensas no ar de um instante que quero guardar em mim para eternidade... Morri e renasci ao teu aos Teus pés,  para nunca mais esquecer todos os momentos  que senti de dor e do prazer.


-----{primittiva}---- sempre rastejando. 

Batata gratinada








5 batatas grande com casca cortadas no meio e cozida, mas não pode ser muito mole, então fique sempre observando o ponto de um "garfo furar as batatas com facilidade".



Quando estiver prontas retire com cuidado o miolo da batata deixe ainda um pouco da batata junto com a casca amasse com o garfo, reserve.



Cozinha 500g de frango, com temperos aos seu gosto.. usei alho, cebola, pimenta do reino e sal, um pouco de vinagre de maçã.




Depois de pronto desfie o frango, misture a batata amassada junto com o frango, com cuidado, unte um refratário e coloque as batatas que ficaram inteira e sem o miolo.



Coloque dentro delas a mistura do frango com a batata e adicione queijo ralado por cima e salpique orégano leve ao forno ora gratinar.




---{primittiva}--- sirvo Aquele que me domesticou e me fez submissa

domingo, 5 de maio de 2019

Agora

Alice Caymin







Se você sumir agora

Eu aceito a sua hora, sim

Mas se durmo no seu peito

Sei que não tem mais jeito, não

Nosso amor mal resolvido

Nós andamos por um fio, sim

Te escuto no silêncio

Não te acho e não te esqueço

Porque










Eu te quero agora

O seu corpo agora

Os seus braços agora

Me abraçando agora

Me amando agora

Me pegando agora

Me matando agora

Porque te amo agora










Durmo com quem não me importa

Será que você não pensa em mim

Quando alguém…

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Mudanças






Tudo mudou, quando comecei a enxergar a minha sexualidade de uma forma diferente, sempre estive presa às convenções puritanas, da menina recatada e por um tempo fui assim.




Tudo mudou quando percebi que podia desejar e vivenciar esses desejos sem tabus, apenas deixei que tudo fluísse de forma natural. Foi tudo gradativo, e alguns momentos até dolorido, porque dentro de mim, ainda havia uma prisão de, o que seria “certo ou errado”, ficar com uma menina, sentir prazer em tocar, beijar em fuder , sentir o cheiro, o sabor de uma fêmea assim como eu, deixar que um macho me tocasse de uma forma sórdida e insana, ser um objeto… tirar de um tapa o prazer de sentir o poder de quem escolhi para ser o algoz da minha vida, isso seria algo que certamente não viveria, não dessa forma tão intensa.





Tudo mudou quando entreguei meu corpo sem pudor, entreguei minha mente e meus anseios, mudou quando aprendi amar, de uma forma diferente, ardente, louca e dócil, tudo ao mesmo tempo, mudou quando comecei a me ver como uma mulher no meu papel de fêmea, de mulher objeto, de puta, daquela que se rasteja aos pés de um macho desejando migalhas de atenção, prazer e porque não dizer amor. 




Tudo mudou por que me aceitei assim. Me mostrei me desnudei, deixei que me visse pelo avesso. Tudo mudou quando fui usada, abusada, fustigada não só no corpo mais na mente.




Tudo mudou quando vivi isso tudo de forma plena,  quando acreditei em mim, nas minhas paixões, me deixei moldar e me descobri em minha natureza primittiva, sim porque primittiva tem como significado: aquela que persiste desde os primeiros tempos, que vem antes da origem, que deu início, sim eu dei início a minha mudança, no momento que conhece o BDSM, o mais “puro” da Dominação e submissão, a subserviente, não estou falando das práticas por si só, estou falando de viver a submissão, estou falando da minha experiência, por que a minha prática foi servir simplesmente. (Quando falo em servir, não estou me referindo a spanking, wax play, needle entre outras). Estou falando da submissão, de se ajoelhar de corpo e alma, de se doar por completo, não porque tive tempo, mas porque tive a necessidade em qualquer momento e lugar, abrindo mão de minha "vida" em muitas das vezes.



Tudo mudou quando escolhi seguir nos caminhos tortuosos e muitas vezes cheios de espinhos, mas mesmo assim caminhei em minha resiliência. Esperei, observei, apanhei , chorei , senti prazeres que nunca pensei em sentir e não falo só do gozo, e sim o prazer da alma em poder proporcionar a alguém prazer.




Tudo mudou quando consegui enxergar além do que não poderia supor entender, perceba que o mar de longe é azul, mas quando se mergulha muitas vezes as águas são turvas e em outras cristalinas. 




Tudo mudou nesses tempos que senti e pude entender tbm o outro. Vivi tudo que podia e que estava ao meu alcance viver, porque hoje é tempo de refletir tudo isso que vivenciei , tempo de colocar o pé no freio e sentar na cadeira, pensar que, tudo tem um fim e mesmo assim, tudo pode mudar. 


ps: Seria gratificante para primittiva que cada palavra que ela ousou escrever aqui, seja sentida por cada leitor que teve a paciência para ler.. Foram todas verdadeiramente sentidas e vivida por ela. Gratidão.

sábado, 16 de março de 2019

N7N - A Chuva



Onde estou neste momento vejo uma torrencial chuva.

A água flutua, escorre, infiltra, invade... o trovão, a princípio, dissipa toda coragem então tida. O barulho fluído da água... a inquietante e persistente gota de chuva...

Como dizia o Trovador Solitário: ...raio, relâmpago e trovão.... tudo isso me remete apenas uma palavra: Insanidade.

Maquiavel explica que a fortuna seria um leito do rio, nada a impede e é tolice tentar vencê-la,  vários leitos são deparados a N/nossa frente.... resta apenas segui-los.... Isto é uma atitude insana e apenas isso.

N7N - A Gota


(Falar de si mesmo, aparentemente, que coisa pedante, inoportuna e sem sentido). Mas quem melhor do que eu para falar de mim mesmo? (Pelo menos deveria ser assim).

Vivo na iminência da última gota do copo para transbordar tudo que eu sinto! Quando esta derradeira gota jorrará? A espero pacientemente.

Até lá vou primeiramente sobrevivendo, depois como uma forma de me alienar, escutando, imaginando e formando em minha mente a finda gota para o fatídico esborro. Tem-se hoje, por sua delicada estrutura, pelo clima e ambiente árido e seco, a gota evaporado no meio do caminho e antes de cumprir a sua sina, mas a temperança me faz esperar, me faz ter a esperança que a qualquer momento ela explodirá e espalhará o que há dentro desta alma inquieta, atormentada e insana.

sábado, 9 de março de 2019

menina insana.







Talvez ela deseje ser metade, imperfeita metade ela é, metades são mais intensas, ser inteiro é muito chato, metade pode ser preenchida, mas também ela não quer ser preenchida, ela quer ser transbordada, isso também pode ser muito chato, a metade está sempre disposta a crescer, a aprender, a sentir o tudo, mas sentir tudo também não é muito bom, é bom sempre sobrar um espaço pra sentir mais, pois a maiores loucuras são mais inesquecíveis. Imperfeita metade ela é, insana menina ela é.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Sempre submissa




Se me fosse dado o direito de recomeçar, de retornar a minhas origens, de sentir meus primeiros passos, ouvir as primeiras palavras a balbuciar coisas sem nexo, se me fosse dado, a chance de reviver os tempos de escola, contas, livros, histórias e memórias de uma adolescente na flor da descoberta, de sentir meus lábios tocar pela primeira vez os lábios de alguém, as línguas meio sem saber para onde ir, o rosto ruborizado, escutar frases de amor, correr na chuva, pular a janela para olhar o céu estrelado para encontrar o namorado.




 Haaa! Se pudesse voltar atrás e reencontrar os amigos que se perderam no tempo e destino. Quantas loucuras fizemos. Se pudesse me ver menina, com sonhos latentes, com o brilho no olhar, com fogo a queimar.



Se me fosse dado o direito de mudar, de escolher outros caminhos à trilhar, mesmo assim, viveria minha submissão, porque ela trouxe a mim, uma liberdade antes desconhecida. 


Nada pode ser mais inquietante, do que não entender seus desejos mais íntimos, de querer se entregar algo que não sabe o que é, de querer sentir a pele queimar sem saber o porquê, de dormir sonhando com algo que está fora da razão, de se tocar tentando uma busca desesperada por um prazer inexistente. Se me fosse dado o direito de retornar, lá no início de tudo, voltaria para os mesmos lugares, encontraria as mesmas pessoas e viveria as mesmas experiências, pois elas me fizeram ser quem sou.


Por quantas vezes a mim, fosse dado o direito de voltar, seria submissa, porque para mim, a submissão é um reencontro do meu eu, da minha essência, do papel de mulher que exerço, em minha dócil entrega fervilhante. Se mil vidas tivesse e pudesse escolher, seria para sempre submissa.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Feminina



O que põe uma mulher de joelhos na frente de um homem não é a sua beleza, o seu carro, a sua casa, a marca da sua roupa ou as técnicas de dominação e desprezo que ele acha que sabe. O que coloca uma mulher de joelhos aos pés de um homem é a forma viril como ele trata ela, o jeito que ele exige fazendo-a crescer em sua submissão Como ele orienta e guia com racionalidade. A maneira como ele a prioriza, mas sem soltar as rédeas. Até o jeito como ele fala, em suma, nenhum homem tem o poder de colocar uma mulher aos seus pés, mas sim dar motivos para que ela ajoelhe na sua frente, até mesmo para mostrar se cospe ou engole!


A.S.