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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O passarinho e o gavião



Essa é uma história interessante... O passarinho foi em direção do gavião Rei, tímido e cheio de medos e dúvidas, mas acho que foi meio instinto. O gavião poderia facilmente engolir aquele pequeno e indefeso animal, que mesmo tendo asas não conseguia voar... Por que não foge pequeno animal? Por que venho em minha direção? Disse o gavião ai  o passarinho olhou para o gavião e disse: por que andei observando várias aves e o Senhor foi à única que chamou a minha atenção, pelo seu jeito de voar, pelo seu poder e gostaria que me ensinasse a voar senhor gavião? Por isso me aproximei, o gavião deu um sorriso sarcástico.
O gavião tem sua natureza, ele é uma ave de rapina, é um caçador de animais pequenos e é  um animal muito poderoso, mas aquele pequeno passarinho o intrigou... O gavião diz: você sabe realmente quem sou? Eu sou o mais poderoso entre as aves, sou perigoso, você não deveria ter se aproximado eu tenho minha essência caçadora, por que confiar em mim? Então o pequeno pássaro, disse:  confiança senhor gavião começa 100% e nesse momento é assim que EU lhe vejo, que o senhor é perigoso eu sei, mas também é o melhor entre aves, se quiser me devorar então me devore agora se assim desejar.
Então o gavião pegou o passarinho pelo bico e voou.  O passarinho se assustou, teve medo, pensou que ia mesmo se devorado, contudo teve a melhor sensação de sua vida. Sentiu o vento no rosto, teve uma visão diferente das coisas, adquiriu ali um conhecimento único, sempre agradecendo ao gavião, por aquela oportunidade de voar com Ele.



Foi então que o gavião o levou para uma montanha bem alta e disse: você venho até mim, pula,  o pequeno pássaro olhou nos olhos do gavião e  apenas disse: sim Senhor e em seguida pulou, começou a Cair e batia as asas sem sucesso, mas o gavião não o abandonou ele foi logo em seguida e observando que o pequeno pássaro não conseguia voar sozinho, por mais que  tentasse, ele  pegou o pássaro com as garras fortes sem muito cuidado que machucou o pequeno e aparentemente frágil pássaro, deixando , seguro em uma arvora qualquer. O pássaro cansado e dolorido dormiu e o gavião ficou por ali observando para que nenhum outro animal chegasse perto. O  gavião sabia da confiança que era lhe depositada e a grande responsabilidade que tinha, por ter aceitado ensinar o pássaro a voar, por mais que sua essência de caçador o fizesse caçar outros animais àquele parecia ser especial, diferente... Mesmo machucado ele confiava nele.



E se passaram vários dias aonde o passarinho tentava voar sem sucesso ele cometia vários erros em sua ânsia de poder voar com suas próprias asas... O gavião observava o esforço daquele pequeno animal e pensava, talvez seja melhor devorar ele, por que seria preza fácil por não conseguir voar, ele era seu Mestre tinha esse direito, seria melhor para aquele pequeno animal. O gavião rei estava confuso, isso era uma experiência nova para ele também. O pássaro também pensava algo parecido. Foi então que resolveu se entregar de corpo e alma a último voo, o gavião disse pula e ele pulou se entregou completamente ao vento, ele não tinha mais medo, o gavião vinha perto e a poucos metros do chão o pássaro começou a voar, existe nele uma felicidade enorme, mas ao mesmo tempo uma tristeza maior ainda, por que sabia que teria que separar do gavião e isso lhe causava uma enorme dor. Então o gavião o observou, mais uma vez e se foi. O pássaro agora já pode voar, mas justo nesse momento ele se encontra só nessa aventura, em uma mistura de sensações, boas e ruins. O  tempo passa e de vez enquanto se vê o gavião de longe a sobrevoar os céus e entre as nuvens, a espreita, com seu poder, com sua solitária existência que por alguns momentos se preencheu com aquele pequeno animal. Enfim. Por alguns momentos podemos abafar o que somos, mas jamais podemos esquecer a nossa natureza por que ela que nos fazer ser o que somos de verdade.

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