A submissa que habita em mim por trás da mascara, me faz acreditar que é possível amar, sem nada esperar, ela esta ali... apenas esta. Ela quer acreditar que é possível se entregar de corpo, alma e coração.
A submissa que habita em mim por trás da mascara quer falar através do olhar, ela se desvela, sem medo, mergulha nas sensações, nas emoções mais profundas, ela chora, grita, tenta disfarçar o que sem a máscara se esconde.
Por trás da mascara seu olhar ainda não se perdeu. Ela sabe para onde olhar, ela sabe qual a direção seguir. A submissa nasce e renasci por de tras da mascara, mostra seu sorriso vulgar. ela se entrega, não acoberta sua vulnerabilidade.
A submissa que existe em mim, que habita em mim, oferece seu coração, ofereceu
sua alma e seu corpo. Deixa que cada golpe, atinja mais que seu corpo, atinja sua alma.
A submissa que habita em mim por trás da mascara se entrega pura como a rosa branca, apenas com as gotas do sangue dos furos que existem em nos espinhos, ela deseja ser guiada cada vez mais fundo em sua submissão.
A submissa que habita dentro de mim e que se revela por de trás da máscara é inevitavelmente intensa. Ela continua procurando o estranho prazer de sua própria face.

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