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Reflexões!!!

Você esta preparada (o) para ser submissa (o) ? você é forte o bastante para se oferecer por inteiro? Esta preparada (o) para ...

quarta-feira, 21 de março de 2018

Dominador e o homem.



Ele tinha essência da dominação, sabia exatamente como encantar sua menina e todas que passaram em suas mãos, foram especiais, ele sabia como fazê-las sentir assim, mas também as usava vilmente, como objétos,tinham o céu e o inferno em igualdade..

O olhar dele era fulminante...ah!! Tinha poder naquele olhar, ele exalava PODER.

Cada palavra dita era conduzidas com maestria.... por que não eram apenas palavras,
eram as leis, as leis Dele.

O tesão que ele tinha pelo controle e a intensidade que ele trazia na voz, deixava todas
que o seguiram trêmulas e excitadas.

Foram anos de êxtase, loucuras e Insanidades. Controlar a si mesmo era seu maior desafio…
Chegou ao ponto que dominar se fazia tão naturalmente, que o menos era o mais, o máximo e tudo que ele mais desejava era controlar suas meninas, desafiá-las, tira-las da zona de conforto.. observar a submissa amarrada sem dar um nó se quer, bastava uma palavra, um olhar e tudo acontecia,  misturando os dois mundos… se fazia presente, mesmo que aparentemente não estivesse e muitas desejavam seguir-lo, mas poucas conseguiram e mesmo essas, tentavam não sucumbir dentro no seu quadrado, do mundo Insano dele.


Com ele a coleira ficava apertada no pescoço, existia a dor, existia o prazer e era tudo
sentido em demasia, profunda dor e intenso prazer. Os extremos o acompanhavam.

Mas anos se passaram...tendo que tentar se equilibrar dentro de si mesmo. Tendo que viver
o homem...o dominador em uma luta constante entre os dois. O criador e sua criatura.


Vivenciar as responsabilidades do cotidiano. Vivendo a responsabilidade de vidas em
suas mãos. Ora o homem submerge....Ora o dominador imerge

Depois de anos e anos vivendo sua dominação, ele teve que, reavaliar tudo na sua vida...Dominador, homem foram anos como todo poderoso, muitas vezes sem demonstrar fragilidade, mesmo tendo sensibilidade...chegando a exaustão de si mesmo.

Dominar é sua essência...mas o homem também precisa respirar. Ele se dedicou, a sua arte e elas se dedicaram a ele. 


Paixões, lágrimas, devassidão, luxúrias, promiscuidade, que talvez fosse hora de dedicar-se a si mesmo, talvez fosse a hora do homem voltar para casa..sentar no sofá da sala, assistir TV, ler um livro, dormir o sono dos justos depois de um dia de trabalho. Saciar a sede do homem, Exorcizar os demônios, mas será que é isso
mesmo que ele quer ?



Tudo parece está entranhado em suas veias.... mesmo que o homem estivesse cada vez
mais presente em sua vida, o dominador ainda o rodeava, ainda passeava em sua mente,
instigando seus pensamentos e sê libertava para sentir a sublime submissão, o controle, o estalar do chicote.. ouvir os gemidos, observar a carne Vermelha.... os sons que saem de sua menina.


Não havia nada ou ninguém que pudesse deter o dominador dentro do homem, o homem era uma fantasia criada para disfarçar o verdadeiro sentindo de sua essência dominadora...  uma fera presa se libertando com fome de viver a cada dia... apenas uma pessoa seria capaz de calar o dominador, sem sombra de dúvida....ele mesmo...


sábado, 17 de março de 2018

Memórias de uma submissa



Ela mergulha nas profundezas da memória....as águas jás cristalinas,  estão turvas e ofuscadas.... sua história parece que se disfazer em lagrimas, lágrimas que correm na  face e encontram a boca.. boca que tanto desejou seu beijo, seu pau, sua pele ardente, boca úmida,  rendida com as chuvas do teu corpo.

Nas paredes da memória dessa submissa,  ela rebate, recua, se debate com essa dor que consome, que corroi... ela vive na tênue linha entre a chegada e a partida... Ela não esquece o olhar dormente da tua alma..  é esse mergulho na memória insana que a razão profana e nega o que pode ser,  sem ser.

Nas memórias dessa submissa está o encanto, o desecanto... o silêncio que imudece a alma. Desconstrói a memória,   e o corpo pede clemência!!!!.  E aquilo que tinha que se apaga e que ao mesmo tempo consome, atorroriza, tranforma... nas nuances  da partida, nas memórias esquecidas..dessa submissa...